Serviços a serem executados :

Serviços técnicos em topografia, levantamentos topográficos, retificação de área, desmembramento, loteamentos, georreferenciamento de imóveis rurais, usucapião, unificações, nivelamentos, batimetria, locação de obras, locação de sondagens, marcação de offsets, projetos de terraplenagem.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Senado aprova novo Código Florestal

Dos cerca de 900 mil km2 de vegetação nativa desmatada em APPs e áreas de Reserva Legal, uma terça parte poderá ser recuperada ou compensada

BRASÍLIA - Após uma intensa negociação de última hora, o Senado aprovou nesta terça-feira, 6, por 59 votos a favor e 7 contra, a reforma do Código Florestal. O acordo permite o avanço da produção de camarões em parte das áreas de manguezais do País, além de prever a recuperação de parte das áreas desmatadas, sobretudo às margens de rios. O texto final não agrada integralmente nem ruralistas nem ambientalistas, mas já conta com o aval do governo.
"Velhas teses dos dois lados foram abandonadas, mitos caíram", comentou a ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente), que participou dos bastidores do acordo.
A expectativa é que o texto seja votado no plenário da Câmara na próxima quinta-feira, encerrando, assim, um debate que se arrasta há 13 anos.
O lobby dos produtores de camarão foi forte. Pelo acordo selado, eles poderão ampliar sua atividade por até 10% das áreas dos chamados apicuns da Amazônia e 35% dessas áreas no Nordeste. A produção de sal também ficou liberada nesses limites.
O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Camarão, Itamar Rocha, defendia a liberação completa da atividade, conforme previa texto aprovado pela Câmara, mas comemorou o acordo. O negócio movimenta R$ 1 bilhão por ano. A intenção do setor é ampliar em até 50 vezes a área de cultivo.
A proposta aprovada nesta terça-feira é um meio termo entre o que os dois blocos defendiam. Dos cerca de 900 mil km2 de vegetação nativa desmatada em Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de Reserva Legal, uma terça parte poderá ser recuperada ou compensada, de acordo com as novas regras em discussão.
O relator Jorge Viana (PT-AC) estima que o novo código exigirá a recuperação de cerca de 20 mil km2 de vegetação nativa por ano, nos próximos 20 anos. Os números não são precisos, porque dependem de informações do futuro Cadastro Ambiental Rural, que todos os produtores rurais ficarão obrigados a preencher no prazo de um ano, prorrogável por mais 12 meses.
Pelo texto, ficam mantidas para o futuro as atuais regras de proteção da vegetação nativa num porcentual de 20% a 80% das propriedades privadas do País, dependendo do bioma. Também são mantidas para o futuro as regras de proteção das APPs, de 30 metros a 500 metros às margens de rios, dependendo da largura.
Recuperação. Foi aprovado ainda que pequenos produtores, com imóveis até 4 módulos fiscais (de 20 a 400 hectares, dependendo do município) terão condições especiais de recuperação da área desmatada, a começar pela dispensa de recomposição da reserva legal. Nas APPs, os pequenos terão de recompor de 15 metros a 100 metros às margens de rios.
A estimativa é de que o benefício alcançará 88% dos estabelecimentos rurais do País ou cerca de 4,5 milhões de imóveis, que ocupam pouco mais da quarta parte da área ocupada pela agricultura ou pecuária.
Imóveis desmatados até 2008 poderão regularizar a ocupação mediante regras que serão definidas pela União e detalhadas pelos Estados a partir de um ano após a aprovação da reforma do Código Florestal.
Novos desmatamentos ficam autorizados pelo texto aprovado, mediante licença e somente no limite da reserva legal das propriedades e em Áreas de Preservação Permanentes, desde que por utilidade pública, interesse social ou baixo impacto ambiental.
FONTE: Marta Salomon, de O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

AUMENTO DA ANUIDADE DO CREA

RESOLUÇÃO Nº 521, DE 3 DE OUTUBRO DE 2011.
Fixa os valores das anuidades de pessoas físicas inscritas no Sistema Confea/Crea e dá outras providências.
O CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA – CONFEA, no uso das atribuições que lhe confere a alínea “f” do art. 27 da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, e
Considerando o art. 27, alínea “p”, combinado com o art. 70 da Lei nº 5.194, de 1966, e o disposto na Lei nº 11.000, de 15 de dezembro de 2004;
Considerando o disposto nos arts. 28 e 35 da Lei nº 5.194, de 1966, que definem a renda do Confea e dos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - Creas;
Considerando o disposto na Lei n° 4.950-A, de 22 de abril de 1966, que fixa o salário mínimo profissional para o profissional de nível superior;
Considerando que a anuidade é devida a partir de 1º de janeiro de cada ano, nos termos do art. 63, § 1º, da Lei nº 5.194, de 1966, alterado pela Lei nº 6.619, de 16 de dezembro de 1978;
Considerando que a anuidade pode ser paga, sem acréscimo, até 31 de março de cada ano, conforme o art. 2º da Lei nº 6.619, de 1978;
Considerando o disposto na Resolução nº 1.026, de 31 de dezembro de 2009, que dispõe sobre as rendas do Confea, dos Creas e da Mútua;
Considerando a necessidade de uniformizar os procedimentos para a cobrança de anuidades de pessoas físicas em âmbito nacional,
RESOLVE:
Art. 1º Fixar as anuidades devidas ao Sistema Confea/Crea pelas pessoas físicas.
Parágrafo único. A anuidade será emitida pelo Crea para a pessoa física que, registrada ou com visto, esteja domiciliada em sua circunscrição de acordo com o endereço residencial cadastrado no Sistema de Informações do Sistema Confea/Crea.
Art. 2º As anuidades devidas aos Creas pelos profissionais inscritos no Sistema Confea/Crea consistem em:

PROFISSIONAL
R$
Profissional de nível superior
273,00
Profissional técnico de nível médio
136,50

§ 1° As anuidades poderão ser recolhidas da seguinte forma:
I – com 10% de desconto em cota única até 31 de janeiro;
II – com 5% de desconto em cota única até 29 de fevereiro;
III – sem desconto em cota única até 31 de março;
IV – sem desconto em três parcelas iguais, mensais e consecutivas, com vencimentos em 31 de janeiro, 29 de fevereiro e 31 de março; ou
V – sem desconto em duas parcelas iguais, mensais e consecutivas, com vencimentos em 29 de fevereiro e 31 de março.
§ 2º No caso de pagamento efetuado a partir de 1º de abril, incidirão sobre os valores estabelecidos no caput deste artigo multa de 2% (dois por cento) e juros de mora de 1% (um por cento) ao mês ou fração, calculado sobre o saldo devedor.
§ 3º Após o pagamento integral, a situação da anuidade de pessoa física e a data de pagamento serão automaticamente anotadas pelo Crea no Sistema de Informações do Sistema Confea/Crea, que disponibilizará esta informação aos demais Creas para atualização dos respectivos cadastros.
Art. 3º A pessoa jurídica de direito público, mediante convênio celebrado com o Crea de sua circunscrição, poderá regulamentar o desconto autorizado em folha do pagamento da anuidade dos profissionais constantes do respectivo quadro técnico cujas ARTs de cargo ou função estejam registradas no Regional.
Art. 4º A anuidade de pessoa física referente ao exercício em que for requerido o registro profissional ou sua reativação corresponderá a tantos duodécimos quantos forem os meses ou fração, calculada da data do seu deferimento até o final do exercício.
Art. 5º A anuidade de pessoa física referente ao exercício em que a interrupção do registro for requerida corresponderá a tantos duodécimos quantos forem os meses ou fração, calculada de 1º de janeiro até o mês do requerimento.
Art. 6º É facultada ao Crea a concessão de desconto de até 90% no valor da anuidade nos seguintes casos:
I – primeira anuidade do recém-formado em curso das áreas abrangidas pelo Sistema Confea/Crea, desde que solicitado até cento e oitenta dias após a data de conclusão do curso;
II – empresário individual, desde que a respectiva empresa esteja quite com o Crea;
III – profissional do sexo masculino a partir de 65 (sessenta e cinco) anos de idade ou 35 (trinta e cinco) anos de registro no Sistema Confea/Crea;
IV – profissional do sexo feminino a partir de 60 (sessenta) anos de idade ou 30 (trinta) anos de registro no Sistema Confea/Crea; e
V – profissional portador de doença grave, que resulte em incapacitação para o exercício profissional, comprovada mediante documento hábil.
Parágrafo único. No caso da constatação de irregularidade dos documentos referenciados o inciso V, o Crea efetuará a cobrança do pagamento da anuidade no seu valor integral acrescidos dos consectários legais, sem prejuízo do enquadramento do profissional no Código de Ética Profissional.
Art. 7º É facultado ao profissional requerer a devolução do valor de anuidade nos seguintes casos:
I – ao Crea da circunscrição em que esteja domiciliado do valor recolhido indevidamente;
II – ao Crea da circunscrição em que não esteja domiciliado do valor recolhido em duplicidade.
Art. 8º O boleto bancário para pagamento da anuidade do exercício financeiro corrente incluirá o débito da dívida relativa aos exercícios em atraso, excetuando-se aquela cujo débito foi parcelado.
Art. 9º Os valores fixados nesta resolução serão atualizados anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC acumulado no período de doze meses contados até maio do ano anterior ao de sua vigência.
Art. 10. É vedada ao Crea a criação de outros ônus ou descontos, ou a modificação dos critérios estabelecidos nesta resolução.
§ 1º A regulamentação dos descontos e dos critérios para formalização de convênios prevista nesta resolução serão aprovados por meio de ato administrativo do Crea, desde que não ocasione ou agrave déficit orçamentário ou financeiro.
§ 2º Compete à Comissão de Controle e Sustentabilidade do Sistema – CCSS acompanhar o cumprimento dos critérios e procedimentos fixados nesta resolução.
Art. 11. Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação e seus efeitos a partir de 1º de janeiro de 2012.
Art. 12. Ficam revogadas a Resolução nº 515, de 24 de setembro de 2010, e demais disposições em contrário.
Brasília, 3 de outubro de 2011.
Eng. Civ. Marcos Túlio de Melo
Presidente


Publicada no D.O.U, de 6 de outubro de 2011 – Seção 1, pág. 151 a 152

FONTE: 

http://normativos.confea.org.br/ementas/visualiza.asp?idEmenta=47739&idTiposEmentas=4,%202,%203,%205,%201,%206&Numero=&AnoIni=2011&AnoFim=2011&PalavraChave=anuidade&buscarem=conteudo

terça-feira, 22 de novembro de 2011

APROVADO O PRAZO PARA O GEORREFERENCIAMENTO

Presidência da República
Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos

Altera o art. 10 do Decreto nº 4.449, de 30 de outubro de 2002, que regulamenta a Lei nº 10.267, de 28 de agosto de 2001.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 10.267, de 28 de agosto de 2001,
DECRETA:
Art. 1o O art. 10 do Decreto no 4.449, de 30 de outubro de 2002, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 10. .....................................................................
.............................................................................................
IV - dez anos, para os imóveis com área de duzentos e cinquenta a menos de quinhentos hectares;
V - treze anos, para os imóveis com área de cem a menos de duzentos e cinquenta hectares;
VI - dezesseis anos, para os imóveis com área de vinte e cinco a menos de cem hectares; e
VII - vinte anos, para os imóveis com área inferior a vinte e cinco hectares.
§ 1o ...............................................................................
...................................................................................” (NR)
Art. 2o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 21 de novembro de 2011; 190º da Independência e 123º da República.
DILMA ROUSSEFF
Afonso Florence
Este texto não substitui o publicado no DOU de 22.11.2011





ESTA CONFIRMADO COM O REPRESENTANTE DO Eduardo Augusto - IRIB


Contagem nos termos do §3º do mesmo Decreto nº 4.449/2002:
§ 3o  Ter-se-á por início de contagem dos prazos fixados nos incisos do caput deste artigo a data de 20 de novembro de 2003. (Incluído pelo Decreto nº 5.570, de 2005)
Ou seja, o prazo final (exigência no dia seguinte) ATUALIZADO, é o seguinte:


250ha-500ha: 20/11/2013 
100ha-250ha: 20/11/2016
25ha-100ha: 20/11/2019 
Menos de 25ha: 20/11/2023



2013--499ha/250 ha.--IV--dez anos, para os imóveis com área de 
duzentos e cinquenta a menos de quinhentos hectares;
--------
2016--249ha/100 ha.--V--treze anos, para os imóveis com área 
de cem a menos de duzentos e cinquenta hectares;
--------
2019--99ha/25 ha.--VI--dezesseis anos, para os imóveis com área 
de vinte e cinco a menos de cem hectares; e
--------
2023--24ha/xx ha.--VII--vinte anos, para os imóveis com área 
inferior a vinte e cinco hectares.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

SEMINÁRIO - MUNDOGEO - GEOMÁTICA NAS OBRAS DE ENGENHARIA E INFRAESTRUTURA


Apresentação e demonstração de equipamentos - Furtado, Schmidt

Eduardo Freitas - Moderador (Editor das revistas InfoGEO e InfoGNSS)

Apresentação e demonstração de equipamentos - Santiago & Cintra

Softwares e venda de imagens, Cartas e mapas

Esta quase pronto para o início

Apresentação de Seminário






Augusto César da Silveira (sentado - blusa xadrez)
Professor e especialista em geodésia e Consultor Técnico da Furtado & Schmidt
Marcos Guandalini (em pé - apresentando) 
Diretor Comercial da Alezi Teodolini
Wesley Polezel (sentado - Camisa Azul) 
Engenheiro Cartógrafo, Gerente Comercial de Topografia Topcon da Santiago & Cintra Geo-tecnologias

Especialista Daniel Queiroz da Autodesk, preparando para Apresentação

Profº Rovane Marcos de França  (Professor de Topografia do CEFET/SC (Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina) no Curso Técnico de Geomensura), aguardando sua apresentação.


ÓTIMO SEMINÁRIO DO MUNDOGEO
NA ÁREA DE GEOMÁTICA

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

CURSO DE EXTENSÃO PARA GEORREFERENCIAMENTO

Pessoal queria compartilhar com vocês sobre o curso de georreferenciamento.
Falei com o responsável pela Castela, http://www.castela.com.br/
Escola conceituada com curso de extensão, graduação e pós-graduação.
Esta interessada em ministrar o curso extensivo de georreferenciamento de imóveis em Tatuí-SP, para os profissionais credenciados ao CREA que ainda não tem,  ter acesso ao cadastramento ao INCRA, e assim estar credenciado ao INCRA e poder ser responsável pelo processos de GEO.Não tenho vinculo algum com a escola. Apenas auxiliando para podermos fazer o curso de extensão.

Interessados favor deixar o nome completo e e-mail  sem compromisso no e-mail.

alfatopst@gmail.com

Preciso fazer a lista, pois tem que ter uma turma mínima de 44 alunos.

Segue um curso feito pela castela em Minas Gerais.



No aguardo,

Alessandro
(Agrimensor)
Tatuí-SP


ALFATOP - SERVIÇOS TOPOGRÁFICOS

Obrigado,


domingo, 25 de setembro de 2011

MDA e Incra garantem prorrogação de georreferenciamento


Santa Catarina 24/8/2011 – Confirmada na quarta-feira (24/8), a prorrogação de decreto que passaria a valer em 1º de novembro, exigindo o georreferenciamento de imóveis rurais com até 500 hectares em todo território brasileiro.
A prorrogação foi confirmada pelo ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA) Afonso Florence, presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Celso Lisboa de Lacerda ao deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC), vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária no Congresso Nacional em reunião na Comissão de Agricultura e Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara. Novos prazos deverão ser anunciados nos próximos dias.
Há duas semanas, Colatto vem acompanhando a problemática quando começou a circular a informação da aplicação do decreto 5.570 de 31 de outubro de 2005.
O georreferenciamento é a medição da área por meio de coordenadas identificadas por satélites. O parlamentar afirma que é impossível fazer o georreferenciamento no Brasil nos próximos anos. Outra questão, explica o deputado é o pagamento do serviço de georreferenciamento, com a possibilidade do governo criar linha de crédito para que o produtor possa acessar.
Segundo ele, o próprio Incra reconhece que não tem condições de atender a demanda no país. “Tem pedidos que estão parados no Incra há cinco anos a espera de homologação”, acrescenta o parlamentar, lembrando que o Brasil tem 850 milhões de hectares e 5,5 milhões de propriedades rurais.

Assessoria de Imprensa – Deputado Federal Valdir Colatto (PMDB/SC)


sábado, 17 de setembro de 2011

DER lança licitação para recupereção de 124,6 quilômetros de rodovias



09/08/2011 21:35
As obras beneficiarão as rodovias SP-255, SP-345, SP-351, SP-354 e SP-123
O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) irá recuperar mais 124,6 km de rodovias. No último sábado, 6 de agosto, foi publicado em Diário Oficial anúncios de licitação para contratação de empresas que executarão melhorias em cinco rodovias. As obras beneficiarão ao todo 11 municípios de diferentes regiões do Estado de São Paulo.
As cidades de Igaraçu do Tietê e Barra Bonita, na região de Bauru, serão beneficiadas com a recuperação e reforço da Ponte do Açúcar, sobre o Rio Tietê, no km 178 da Rodovia Deputado João Lazaro de Almeida Prado (SP-255). O valor máximo que o DER propôs pagar pela obra é R$ 1,4 milhões. A abertura dos envelopes desta licitação está prevista para dia 23 de agosto.
Já no dia 9 de setembro, está previsto o anúncio das propostas de melhorias que atenderão o município de Itirapuã, próximo à Ribeirão Preto. Serão realizados recapeamento da pista, pavimentação de acostamentos e implantação de faixas adicionais do km 0 ao km 10,5 da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha (SP-345) entre o município e a divisa com Minas Gerais. O orçamento proposto pelo DER é R$ 11,2 milhões.
Na Rodovia Altino Arantes (SP-351), que atende também a região de Ribeirão Preto, está previsto o recapeamento da pista, pavimentação de acostamentos e implantação de faixas adicionais do km 51,6 ao km 103,8 no trecho entre Batatais e Morro Agudo. O DER pagará no máximo R$ 69,9 milhões para a obra que terá as propostas de preço abertas no dia 12 de setembro. Estas obras beneficiarão também as populações de Sales Oliveira e Orlândia e serão realizadas em dois lotes.
Ainda no dia 12 de setembro, serão abertos os envelopes com as propostas de preços para obras de recuperação na Rodovia Edgar Máximo Zambotto (SP 354), na região de Campinas. O trecho que passará por obras será entre Cajamar e Atibaia (do km 38,2 e km 79,6). O valor máximo a ser pago pelo DER é R$ 102,6 milhões.
Já as propostas para obras na Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP 123), principal acesso a Campos do Jordão, serão anunciadas formalmente no dia 13 de setembro. O DER deve pagar no máximo R$ 34,5 milhões para serviços de recapeamento da pista, de acostamentos e das faixas adicionais entre o km 25,5 e km 46, entre Pindamonhangaba, até Campos do Jordão.
As informações sobre as licitações estão disponíveis também no site do DER(www.der.sp.gov.br).
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Logística e Transportes
Telefones: (11) 3702-8110 / 3702-8111 Celular de plantão: 7130-8890
e-mail: transportes@transportes.sp.gov.br

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

NIVELAMENTO GPS RTK x CONVENCIONAL

O intuito da exposição abaixo é somente para mostrar para os demais colegas a gravidade do assunto, e penso eu devemos todos está cientes!

TITULO:
Nivelamento RTK x Convencional “Choque entre tecnologias ou falta de entendimento pede levar ao retrocesso ?”

QUESTIONAMENTO:
Prezado colega, Sr Angelo Pennella
Em reposta a sua declaração “NÃO será aceito levantamento ALTIMÉTRICO com uso de equipamento RTK” .de não aceitar levantamento topográfico altimetrico com o uso de RTK (Real Time Kinematic), gostaria se possível de sua explanação técnica pela qual embasamento técnico o levou a essa decisão, penso que você deveria citar na sua declaração os motivos pelo qual o levou a direcionar neste sentido e assim todas as empresas que estão participando da concorrência poderia ver em tela os quesitos técnicos de negativa do uso do sistema RTK, e ainda caso a decisão do não uso do sistema RTK na altimetria “por desconhecer a certeza da precisão” também respectivamente na geometria irá incorrer no mesmo modelo da incerteza não concorda ? e por construção o sistema GNSS/ GPS ele é intrinsecamente contem as mesmas variáveis condicionais de erros na geometria quanto na altimetria.

Permita-me, vou explanar um pouco sobre o sistema RTK, até por questão técnica e científica, e claro tentar esclarecer de acordo com o meu conhecimento e experiência, sabemos que existe uma lacuna com relação a normas brasileiras para esse fim, por exemplo a ABNT 13133/NBR 1994 que trata desse assunto foi editada mais de 20 nos , onde até então estava se iniciando o uso do GPS no Brasil para fins especifico de Geosesia pelo IBGE e Petrobras, desde então a tecnologia avançou espantosamente em todos os sentidos com estações total que mede sem prisma, Scann 3D, sistema GNSS altamente preciso e confiável etc. em por fim a norma que regulamenta e dita parâmetros técnicos e temporais de uso aplicações ABNT/NBR é completamente arcaica e não condiz com a realidade do momento e do conhecimento atual.

Em face disso o que vimos são empresas contratantes de serviços e projetos de engenharia publicas e privadas não ter em mãos um termo de referencia lega (Norma oficial) que condiz a realidade do conhecimento e tecnologia da atualidade para ser consultado, com isso a posteriores são as negativas das empresas contratantes afirmando “muitas vezes sem base e referencia técnica/científica” que não aceitar produtos e matéria prima gerado através de tecnologias de GPS “desconhecidas” e onde não existe um termo, norma legal ou estudo científico afirmando e demonstrando a metodologia de uso e aplicação de modo que forneça paridade em igualdade ou melhor em relação as outras tecnologias já existente no mercado. E é exatamente essa lacuna que faz com que os valores desses serviços aumentem muito, as empresas contratantes pagam bem mais, o dispêndio e despesas para realizar os trabalhos conseqüentemente também é maior em resumo toda a cadeia de custos e prazos será afetada por essa condição. Onde na realidade o sistema é completamente seguro e preciso, chagando a fornecer acurancia (Precisão) melhor que o sistema convencional quer seja na geometria quer seja na altimetria.

Estudo de caso: A nossa empresa utiliza o sistema RTK já pelos 4 anos, eu também como profissional serio antes de por em pratica o sistema RTK e fornecer nossos produtos técnicos fiz um trabalho minucioso aplicando o sistema RTK e um nível topográfico automático precisão de 1mm por Km/duplo fizemos um levantamento topográfico no trecho de 15 km para fins de saneamento básico e coletor tronco da Cidade Olímpia – SP, a geometria do traçado em função da topologia do local se apresentava mais ou menos como a letra “U” em primeiro lugar fiz o transporte de RN Municipal para frente de serviço e os demais nivelamento de todo o trecho aplicando o sistema RTK, e posteriormente fiz a conferencias da cotas altimetrica com o nível topográfico num trecho de +/- 6 Km ou seja na corda ou pernas da letra “U” fizemos o nivelamento e contra nivelamento, tomando como referencia uma cota fornecida pelo o RTK e chegamos numa outra cota também fornecida pelo RTK e o fechamento nos aprestou diferença de 6 mm, ou seja o sistema RTK é confiável e preciso, na realidade o que é necessário e aplicar a metodologia correta de uso em campo. Sabemos que o nivelamento topográfico convencional é gravimétrico (Sofre os efeitos da gravidade) já nivelamento por GNSS/RTK não passar por esse fator físico, onde por exemplo um nivelamento convencional numa distancia de 100 m o efeito da gravidade é de 0,8 mm e numa distancia de 500 chega a ser de 19,6 mm, mas existem metodologia para amenizar ou igualar essa discrepância de nivelamento RTK x Convencional.

Obs. Mas volto afirmar e compartilho de sua decisão, como contratante você tem o direito de exigir essa ou àquela tecnologia a ser fornecida, mesmo sabendo que sua decisão incorrera em pagar bem mais pelo produto final!

Att. Eng. Leonilson Liandro da silva
Diretor

sábado, 3 de setembro de 2011

CARTÃO DE VISITAS


Agora sim, concluído a arte final do cartão de visitas, só esperando a confecção e entrega....


Maravilha !!!!!!!!!!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

PRORROGAÇÃO DO PRAZO PARA O GEORREFERENCIAMENTO ?????

Por Alexandre Scussel | 14h36, 29 de Agosto de 2011


A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, solicitou ao presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Celso Lisboa de Lacerda, a ampliação do prazo para início do processo de identificação georreferenciada de imóveis rurais com menos de 500 hectares.
A identificação de todas as propriedades a partir de memorial descritivo é exigência da Lei 10.267, de agosto de 2001, regulamentada por dois decretos, no caso de transação ou de mudança de titularidade dos imóveis rurais. “Dez anos após a edição da lei, os esforços governamentais não foram suficientes para atender à demanda por georreferenciamento. De cada cem processos protocolados junto ao INCRA, apenas 1/3 foi concluído até agora”, afirmou.
Atualmente, caso ocorra transação ou mudança de titularidade dos imóveis rurais – venda, sucessão, doação, desmembramento ou remembramento, o georreferenciamento é exigido para propriedades rurais com mais de 500 hectares. A partir de 21 de novembro de 2011, a exigência também valerá para imóveis rurais menores, nos casos citados acima.
Os prazos foram regulamentados pelo Decreto 5.570/2005. A obrigatoriedade de georreferenciamento de imóveis rurais com menos de 500 hectares vai agravar a situação atual, pois, na avaliação da CNA, o processo de certificação já não é capaz de atender à plenitude da demanda. “No Estado do Tocantins, de um total de quatro mil processos protocolados, apenas 1.340 estão devidamente certificados; no Estado do Mato Grosso, existem aproximadamente nove mil processos, em que pouco mais de dois mil foram certificados; e no Estado do Mato Grosso do Sul, foram certificados seis mil imóveis rurais, mas existem outros sete mil processos protocolados e pendentes de análise”, ressaltou a presidente da CNA.
A senadora Kátia Abreu lembrou que algumas iniciativas adotadas pelo Governo federal não garantiram aos produtores rurais rapidez necessária ao processo de certificação das propriedades rurais. Entre as iniciativas, a presidente da CNA citou a definição, em 2010, de uma nova metodologia de análise dos processos de Certificação de Imóveis Rural. Lembrou, também, da garantia de isenção de custos financeiros aos proprietários de imóveis rurais cuja somatória da área não exceda a quatro módulos fiscais. “Existem outras dificuldades para os produtores rurais possuidores de imóveis abaixo de 500 hectares, além dos obstáculos econômicos-financeiros”, afirmou.
Apesar das dificuldades enfrentadas pelos produtores rurais durante o processo de regularização, a presidente da CNA citou avanços que podem ser obtidos com a identificação georreferenciada dos imóveis rurais: consolidação de todos os domínios legais existentes, desenvolvimento de ações de regularização fundiária, identificação precisa de todas as terras devolutas federais e estaduais, eliminação dos focos de grilagem de terras no País e fraudes decorrentes e maior estabilidade jurídica.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011



10/08/2011 19:05

Topógrafo defende funcionário acusado de roubo e acaba morto durante viagem para formatura da filha em MT



Um topógrafo que trabalhava em região de garimpo no município de Guarantã do Norte (715 km ao Norte de Cuiabá) foi morto a tiros durante uma viagem para a formatura da filha, em Alta Floresta (803 km ao Norte de Cuiabá). Ele foi executado após uma discussão em frente a uma lanchonete, quando foi defender um funcionário acusado de roubo.
De acordo com as informações da Polícia Civil, Nemédio Barbosa, 64 anos, foi executado com três tiros à queima roupa, não resistiu aos ferimentos e morreu no local, antes mesmo do atendimento médico. A vítima trabalhava em uma fazenda para a retirada de ouro, e seguia para casa junto com um rapaz conhecido como “Danielzinho” com várias passagens pela polícia.
Testemunhas relataram que no domingo (07), os dois seguiram viagem até Novo Mundo, onde almoçaram e aguardaram carona com uma pessoa não identificada. Em um determinado momento, “Danielzinho” teria sentado em cima de uma moto, e acabou discutindo com populares que o acusaram de tentar roubar o veículo.
Na tentativa de ajudar o colega, a vítima entrou no meio da discussão e acabou sendo baleado por um homem não identificado, que efetuou cinco disparos e acertou três em Nemédio. Em seguida, o acusado fugiu e há suspeita de que ele esteja escondido em Novo Mundo. Entretanto, até o momento, não foi localizado pela polícia.
‘Danielzinho’ fugiu logo após o homicídio. À polícia ele negou que estivesse roubando a moto e alegou que fugiu por medo de também ser morto.


terça-feira, 23 de agosto de 2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

NOTA DE FALECIMENTO


O mundo está mais triste,

Infelizmente faleceu um grande Amigo e colega de profissão.


Aos 56 anos de vida


GILBERTO GOMES VITALLI (KASSAB)

ENGENHEIRO AGRIMENSOR

MORAVA EM RINCÃO-SP

ó 02/06/1955
09/08/2011

terça-feira, 9 de agosto de 2011

sábado, 6 de agosto de 2011

CURSO CIVIL 3D

Pessoal estou indicando esse blog abaixo, pois tive uma ótima experiencia.
Adquiri o curso em video aula do Marcelo, e apenas ao passar os dvds já percebi o ótimo material que possui. Não estou fazendo propaganda, estou comentando porque realmente vale a pena pra quem quer aprender a usar o civil 3D, um ótimo investimento.

Abaixo segue o link do blog.

Marcelo Vagula

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

LOGOTIPO

Caros amigos, estou elaborando um logotipo para empresa e conto com ajuda de vocês para sugestões e definir
um logo para empresa.

Obrigado,

Alessandro,