Serviços a serem executados :

Serviços técnicos em topografia, levantamentos topográficos, retificação de área, desmembramento, loteamentos, georreferenciamento de imóveis rurais, usucapião, unificações, nivelamentos, batimetria, locação de obras, locação de sondagens, marcação de offsets, projetos de terraplenagem.

domingo, 25 de setembro de 2011

MDA e Incra garantem prorrogação de georreferenciamento


Santa Catarina 24/8/2011 – Confirmada na quarta-feira (24/8), a prorrogação de decreto que passaria a valer em 1º de novembro, exigindo o georreferenciamento de imóveis rurais com até 500 hectares em todo território brasileiro.
A prorrogação foi confirmada pelo ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA) Afonso Florence, presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Celso Lisboa de Lacerda ao deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC), vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária no Congresso Nacional em reunião na Comissão de Agricultura e Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara. Novos prazos deverão ser anunciados nos próximos dias.
Há duas semanas, Colatto vem acompanhando a problemática quando começou a circular a informação da aplicação do decreto 5.570 de 31 de outubro de 2005.
O georreferenciamento é a medição da área por meio de coordenadas identificadas por satélites. O parlamentar afirma que é impossível fazer o georreferenciamento no Brasil nos próximos anos. Outra questão, explica o deputado é o pagamento do serviço de georreferenciamento, com a possibilidade do governo criar linha de crédito para que o produtor possa acessar.
Segundo ele, o próprio Incra reconhece que não tem condições de atender a demanda no país. “Tem pedidos que estão parados no Incra há cinco anos a espera de homologação”, acrescenta o parlamentar, lembrando que o Brasil tem 850 milhões de hectares e 5,5 milhões de propriedades rurais.

Assessoria de Imprensa – Deputado Federal Valdir Colatto (PMDB/SC)


sábado, 17 de setembro de 2011

DER lança licitação para recupereção de 124,6 quilômetros de rodovias



09/08/2011 21:35
As obras beneficiarão as rodovias SP-255, SP-345, SP-351, SP-354 e SP-123
O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) irá recuperar mais 124,6 km de rodovias. No último sábado, 6 de agosto, foi publicado em Diário Oficial anúncios de licitação para contratação de empresas que executarão melhorias em cinco rodovias. As obras beneficiarão ao todo 11 municípios de diferentes regiões do Estado de São Paulo.
As cidades de Igaraçu do Tietê e Barra Bonita, na região de Bauru, serão beneficiadas com a recuperação e reforço da Ponte do Açúcar, sobre o Rio Tietê, no km 178 da Rodovia Deputado João Lazaro de Almeida Prado (SP-255). O valor máximo que o DER propôs pagar pela obra é R$ 1,4 milhões. A abertura dos envelopes desta licitação está prevista para dia 23 de agosto.
Já no dia 9 de setembro, está previsto o anúncio das propostas de melhorias que atenderão o município de Itirapuã, próximo à Ribeirão Preto. Serão realizados recapeamento da pista, pavimentação de acostamentos e implantação de faixas adicionais do km 0 ao km 10,5 da Rodovia Engenheiro Ronan Rocha (SP-345) entre o município e a divisa com Minas Gerais. O orçamento proposto pelo DER é R$ 11,2 milhões.
Na Rodovia Altino Arantes (SP-351), que atende também a região de Ribeirão Preto, está previsto o recapeamento da pista, pavimentação de acostamentos e implantação de faixas adicionais do km 51,6 ao km 103,8 no trecho entre Batatais e Morro Agudo. O DER pagará no máximo R$ 69,9 milhões para a obra que terá as propostas de preço abertas no dia 12 de setembro. Estas obras beneficiarão também as populações de Sales Oliveira e Orlândia e serão realizadas em dois lotes.
Ainda no dia 12 de setembro, serão abertos os envelopes com as propostas de preços para obras de recuperação na Rodovia Edgar Máximo Zambotto (SP 354), na região de Campinas. O trecho que passará por obras será entre Cajamar e Atibaia (do km 38,2 e km 79,6). O valor máximo a ser pago pelo DER é R$ 102,6 milhões.
Já as propostas para obras na Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro (SP 123), principal acesso a Campos do Jordão, serão anunciadas formalmente no dia 13 de setembro. O DER deve pagar no máximo R$ 34,5 milhões para serviços de recapeamento da pista, de acostamentos e das faixas adicionais entre o km 25,5 e km 46, entre Pindamonhangaba, até Campos do Jordão.
As informações sobre as licitações estão disponíveis também no site do DER(www.der.sp.gov.br).
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Logística e Transportes
Telefones: (11) 3702-8110 / 3702-8111 Celular de plantão: 7130-8890
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

NIVELAMENTO GPS RTK x CONVENCIONAL

O intuito da exposição abaixo é somente para mostrar para os demais colegas a gravidade do assunto, e penso eu devemos todos está cientes!

TITULO:
Nivelamento RTK x Convencional “Choque entre tecnologias ou falta de entendimento pede levar ao retrocesso ?”

QUESTIONAMENTO:
Prezado colega, Sr Angelo Pennella
Em reposta a sua declaração “NÃO será aceito levantamento ALTIMÉTRICO com uso de equipamento RTK” .de não aceitar levantamento topográfico altimetrico com o uso de RTK (Real Time Kinematic), gostaria se possível de sua explanação técnica pela qual embasamento técnico o levou a essa decisão, penso que você deveria citar na sua declaração os motivos pelo qual o levou a direcionar neste sentido e assim todas as empresas que estão participando da concorrência poderia ver em tela os quesitos técnicos de negativa do uso do sistema RTK, e ainda caso a decisão do não uso do sistema RTK na altimetria “por desconhecer a certeza da precisão” também respectivamente na geometria irá incorrer no mesmo modelo da incerteza não concorda ? e por construção o sistema GNSS/ GPS ele é intrinsecamente contem as mesmas variáveis condicionais de erros na geometria quanto na altimetria.

Permita-me, vou explanar um pouco sobre o sistema RTK, até por questão técnica e científica, e claro tentar esclarecer de acordo com o meu conhecimento e experiência, sabemos que existe uma lacuna com relação a normas brasileiras para esse fim, por exemplo a ABNT 13133/NBR 1994 que trata desse assunto foi editada mais de 20 nos , onde até então estava se iniciando o uso do GPS no Brasil para fins especifico de Geosesia pelo IBGE e Petrobras, desde então a tecnologia avançou espantosamente em todos os sentidos com estações total que mede sem prisma, Scann 3D, sistema GNSS altamente preciso e confiável etc. em por fim a norma que regulamenta e dita parâmetros técnicos e temporais de uso aplicações ABNT/NBR é completamente arcaica e não condiz com a realidade do momento e do conhecimento atual.

Em face disso o que vimos são empresas contratantes de serviços e projetos de engenharia publicas e privadas não ter em mãos um termo de referencia lega (Norma oficial) que condiz a realidade do conhecimento e tecnologia da atualidade para ser consultado, com isso a posteriores são as negativas das empresas contratantes afirmando “muitas vezes sem base e referencia técnica/científica” que não aceitar produtos e matéria prima gerado através de tecnologias de GPS “desconhecidas” e onde não existe um termo, norma legal ou estudo científico afirmando e demonstrando a metodologia de uso e aplicação de modo que forneça paridade em igualdade ou melhor em relação as outras tecnologias já existente no mercado. E é exatamente essa lacuna que faz com que os valores desses serviços aumentem muito, as empresas contratantes pagam bem mais, o dispêndio e despesas para realizar os trabalhos conseqüentemente também é maior em resumo toda a cadeia de custos e prazos será afetada por essa condição. Onde na realidade o sistema é completamente seguro e preciso, chagando a fornecer acurancia (Precisão) melhor que o sistema convencional quer seja na geometria quer seja na altimetria.

Estudo de caso: A nossa empresa utiliza o sistema RTK já pelos 4 anos, eu também como profissional serio antes de por em pratica o sistema RTK e fornecer nossos produtos técnicos fiz um trabalho minucioso aplicando o sistema RTK e um nível topográfico automático precisão de 1mm por Km/duplo fizemos um levantamento topográfico no trecho de 15 km para fins de saneamento básico e coletor tronco da Cidade Olímpia – SP, a geometria do traçado em função da topologia do local se apresentava mais ou menos como a letra “U” em primeiro lugar fiz o transporte de RN Municipal para frente de serviço e os demais nivelamento de todo o trecho aplicando o sistema RTK, e posteriormente fiz a conferencias da cotas altimetrica com o nível topográfico num trecho de +/- 6 Km ou seja na corda ou pernas da letra “U” fizemos o nivelamento e contra nivelamento, tomando como referencia uma cota fornecida pelo o RTK e chegamos numa outra cota também fornecida pelo RTK e o fechamento nos aprestou diferença de 6 mm, ou seja o sistema RTK é confiável e preciso, na realidade o que é necessário e aplicar a metodologia correta de uso em campo. Sabemos que o nivelamento topográfico convencional é gravimétrico (Sofre os efeitos da gravidade) já nivelamento por GNSS/RTK não passar por esse fator físico, onde por exemplo um nivelamento convencional numa distancia de 100 m o efeito da gravidade é de 0,8 mm e numa distancia de 500 chega a ser de 19,6 mm, mas existem metodologia para amenizar ou igualar essa discrepância de nivelamento RTK x Convencional.

Obs. Mas volto afirmar e compartilho de sua decisão, como contratante você tem o direito de exigir essa ou àquela tecnologia a ser fornecida, mesmo sabendo que sua decisão incorrera em pagar bem mais pelo produto final!

Att. Eng. Leonilson Liandro da silva
Diretor

sábado, 3 de setembro de 2011

CARTÃO DE VISITAS


Agora sim, concluído a arte final do cartão de visitas, só esperando a confecção e entrega....


Maravilha !!!!!!!!!!